Diagnóstico tardio do autismo em mulheres: o relato de uma jovem invisibilizada
“O diagnóstico certo pode mudar uma vida” — foi assim que uma jovem mulher, de 28 anos, resumiu sua experiência ao conversar com a fonoaudióloga Luciana Felipetto. O relato dessa paciente, que vive na região metropolitana de Belo Horizonte e trabalha com tecnologia da informação, expõe com delicadeza e dor a trajetória solitária de tantas mulheres autistas que foram ignoradas por anos.