Disfunção executiva em crianças autistas: sinais e como ajudar em casa e na escola
Editorias
“O diagnóstico certo pode mudar uma vida” — foi assim que uma jovem mulher, de 28 anos, resumiu sua experiência ao conversar com a fonoaudióloga Luciana Felipetto. O relato dessa paciente, que vive na região metropolitana de Belo Horizonte e trabalha com tecnologia da informação, expõe com delicadeza e dor a trajetória solitária de tantas mulheres autistas que foram ignoradas por anos.
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A pedagoga e neuropsicóloga Clarice Peres fala sobre as particularidades do TDAH como comorbidade no autismo, especialmente em meninas. Com ampla experiência na educação especial, ela explica por que essas meninas muitas vezes são invisibilizadas e como apoiar seu desenvolvimento com estratégias práticas.
Clarice Peres 1 min